«Uma forma de o medíocre convencido imitar a grandeza é não dizer mal de ninguém.»

Vergílio Ferreira (1919 - 1996)


Pinceladas

13 de dezembro de 2010

Para a posteridade

A hipotética "dra." Clara Ferreira Alves (chegou com dificuldade ao actual 12º ano), crítica literária que leu (jura ela) "os clássicos", especialista do último escritor inglês com quem almoçou, autora de um romance anunciado em 1984 e nunca até agora publicado, dona de uma coluna ilegível (e bem escondida) na "revista" do Expresso, foi um dia arvorada directora da "Casa-Museu Fernando Pessoa" pela conhecida irresponsabilidade de Pedro Santana Lopes, de quem ela tinha sido uma entusiástica partidária. Daí em diante, a importantíssima Ferreira Alves e o "Pedro", como ela dizia, ficaram muito amigos. Tão amigos que a "dra." Clara apareceu um dia presuntiva directora do "Diário de Notícias", coisa que me levou a sair antes que ela entrasse. Felizmente, não entrou, porque teve medo de cair na rua entre o "Expresso" e o DN, com a reputação de uma "santanete" obediente. Agora, morto o seu patrono, não perde uma para o maltratar, supondo que demonstra "independência". Ontem, a propósito de um "Audi", que o homem comprou, despejou em cima da cabeça dele todo o lixo do mundo. Santana não aprendeu que a certa espécie de pessoas não se fazem favores.
Se a "dra." Clara me quiser responder, sugiro que me responda em inglês e não meta na conversa a sua célebre descrição do pôr-do-sol no Cairo. Muito obrigado.

vpv

5 de dezembro de 2010

...

28 de novembro de 2010

Para o Chef Sapage, esse pequeno Vacondeus do dealbar do novo século

25 de novembro de 2010

Os Podres (1)


Hoje inicia-se aqui uma nova e charmosa fatia da história do Bastonários. Correndo o risco de esta nova coisa caber na previsão de alguma norma do código penal, nomeadamente nas que digam respeito à difamação ou ao bom nome, rejubilamos em dizer que não haverá piedade ou comiseração em chamar os bois pelos nomes, de certo modo até, estamo-nos a cagar. Beijinhos.


João Pereira Coutinho, o Astérix da opinião pública portuguesa. Pequeno, arguto, prespicaz. Uma verdadeira raposa. Senhor de uma monumental testa bem lustrada e com um pequenino selo no lado direito da fronte a dizer "Vista Alegre, este menino prodigio lançou o primeiro romance aos dezanove, cursou em direito mas como sabia que não ia brilhar foi para uma coisa mais fácil, História. Não lhe invejo a escrita nem as opiniões, somente o olhar candido e a visceral forma como explica as coisas naqueles debates para que é frequentemente convidado, sem uma alma sequer saber verdadeiramente porquê. Menino de olhar doce e de um anti-esquerda primário, discutia com o Viegas e com a Câncio sempre com aquela carinha laroca paternal dizendo doces boçalidades do estilo "oh fernanda, pare de dizer evidências", ou então "claro, claro, eu entendo que tenha essa opinião, e não a censuro por isso, mas vou-lhe explicar..." e explicava a sorrir desdenhosamente. Muito enervante. De vez em quando, isto topava eu, fugia-lhe o olhar para os fartos seios da Fernanda; obviamente, não é coisa criticável. O seu apurado faro literário levou-o a dizer qualquer coisa como, tudo o que o Saramago escreveu depois do Nobel, é merda; obviamente um tipo que publica aos dezanove, pode dizer o que lhe apetecer, principalmente, quando se trata de um comunista laureado. João Pereira Coutinho nasceu no tempo errado, é um homem de outra era, um pensador nato, cujo o ego toca a franja da La Giralda, cujo a boca sofre de incontinência verbal. Tens saudades dos tempos d'O Indepentende, João? Eu ainda tenho mais. Continua dar-me ares da tua graça, moleque. As críticas literárias são deliciosas, e as posições políticas... tonitruantes.

24 de novembro de 2010

O mau perder da burguesia!

Este episódio demonstra bem a "comichão" que a expressão "Greve Geral" causa nos Patrões e naqueles que se insurgem, histericamente, contra qualquer greve. É de lamentar...

11 de novembro de 2010

Em homenagem ao Pacheco, ao César Monteiro e ao Bill...



«Se quiser eu posso-lhe dar uma na boquinha!»

«[...] tem chouricinho e tudo!»

8 de novembro de 2010

Este programa já mete nojo

Fabuloso

7 de novembro de 2010

Estive a reflectir...


...e após um longo processo de interiorização pessoal decidi que vou mudar de clube. A partir de agora sou do Futebol Clube do Porto. Adeus lampiões! Pensem, mas é, no segundo lugar.

Já não era sem tempo!